
Na década de 60, a Mercedes-Benz queria projetar um novo modelo, para substituir o lendário desportivo 300 SL, mais conhecido como “Asa de Gaivota”.Em março de 1963, a marca alemã apresentava no Salão do Automóvel de Genebra, o Mercedes-Benz 230 SL. Um esportivo de linhas retas e com design moderno, que tinha como diferencial o teto rígido que podia ser removido, se transformando em um legitimo conversível. Outra opção seria usar a capota manual de lona.Em 1967, a Mercedes-Benz lança a versão 250 SL com 150 CV, que possuía 2 kgfm há mais, que a versão anterior, totalizando em 22 kgfm. Está versão ficou por pouco tempo no mercado e logo foi substituída pela 280 SL que tinha um novo propulsor.A versão 280 SL chegava ao mercado, com um novo motor de 2.8 litros, seis cilindros em linha com injeção eletrônica direta, que rendia 170 CV e 24, kgfm. Havia três opções de câmbio, começando pelo manual de 4 ou 5 marchas e o automático de 3 marchas.Um item que não podemos deixar de comentar sobre á 230, 250 e 280 é o apelido “Pagoda” que esses modelos receberam na época. A justificativa deste nome está no teto rígido que possui um pequeno afundamento na parte central e este detalhe é semelhante aos telhados das construções chinesas que se chamam Pagodes.
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